Estava há muito tempo sem escrever 
vivendo depois do por do sol de cada dia
não me permiti espaços para expressar-me.

Esses dias eu descobri que a tempo…………tempo………..tempo
e nesses espaços de ponto podem existir ritmo e poesia.
Estou saindo do cerrado agora, porque a muito tempo eu não sorria!

O por do sol é uma despedida.

Estava há muito tempo sem escrever 

vivendo depois do por do sol de cada dia

não me permiti espaços para expressar-me.

Esses dias eu descobri que a tempo…………tempo………..tempo

e nesses espaços de ponto podem existir ritmo e poesia.

Estou saindo do cerrado agora, porque a muito tempo eu não sorria!

O por do sol é uma despedida.

Valorizar os presentes da vida é oque realmente importa…..mais ainda não é oque resta….e ainda tem gente que nem sabe que presentes existem.

Valorizar os presentes da vida é oque realmente importa…..mais ainda não é oque resta….e ainda tem gente que nem sabe que presentes existem.

‘Preciso transfundir seu sangue pro meu coração que é tão vagabundo,Me deixe te trazer num dengo pra num cafuné fazer os meus apelos,Eu quero ser exorcizado pela água benta desse olhar infindo Que bom ser fotografado mas pelas retinas desses olhos lindosMe deixe hipnotizado pra acabar de vez com essa disritmiaVem logo vem curar seu negro que chegou de porre lá da boemia’
Disritmia….

‘Preciso transfundir seu sangue pro meu coração que é tão vagabundo,
Me deixe te trazer num dengo pra num cafuné fazer os meus apelos,
Eu quero ser exorcizado pela água benta desse olhar infindo 
Que bom ser fotografado mas pelas retinas desses olhos lindos
Me deixe hipnotizado pra acabar de vez com essa disritmia
Vem logo vem curar seu negro que chegou de porre lá da boemia’

Disritmia….

Minha paixão de cordel
Cavalgue em mim….sou carrocel
Maça doce,coração cristalizado 
Sou luzes coloridas…..seu cavalo alado
Sou seu sonho…pecado raro
Sou o seu dom…e o seu fracasso 
Sou corpo nu…entre os seus braços
Sou seu pingente…sua proteção
Morda os lábios…de tão grande paixão.

Minha paixão de cordel

Cavalgue em mim….sou carrocel

Maça doce,coração cristalizado 

Sou luzes coloridas…..seu cavalo alado

Sou seu sonho…pecado raro

Sou o seu dom…e o seu fracasso 

Sou corpo nu…entre os seus braços

Sou seu pingente…sua proteção

Morda os lábios…de tão grande paixão.

Eu gosto de ser sozinho
Colos e peitos….distantes dos ninhos

Me coloco sobre a noite
Na noite e sobre o dia
Sobre o lado do meu próprio lado
Por cima do ombro me enxergo assim ….solitário 

Drástico amante sujo da beleza
De tão sozinha a natureza
Sobre aquele intimo som remendado….machucado e calado
De toques raros semeados pelo álcool

Que seja assim sendo tão lembrado
Sou a flor seca
Um ser criado

Rio revolto…descomungado
Remendo de duros lábios
Folego duelado
Do afago assim não doado

Eu nunca serei esperado
infinito….delicado
Sem parceiros
Sem retratos
Não sei dividir os meus largos passos.

Eu gosto de ser sozinho

Colos e peitos….distantes dos ninhos

Me coloco sobre a noite

Na noite e sobre o dia

Sobre o lado do meu próprio lado

Por cima do ombro me enxergo assim ….solitário 

Drástico amante sujo da beleza

De tão sozinha a natureza

Sobre aquele intimo som remendado….machucado e calado

De toques raros semeados pelo álcool

Que seja assim sendo tão lembrado

Sou a flor seca

Um ser criado

Rio revolto…descomungado

Remendo de duros lábios

Folego duelado

Do afago assim não doado

Eu nunca serei esperado

infinito….delicado

Sem parceiros

Sem retratos

Não sei dividir os meus largos passos.

Meu grito

Minhas lagrimas

Meus sonhos

Meu coração 

Minha canção

Não perdi o meu caderno de vastas memórias
Porque até la são longas histórias.

Penso dentro de mim mesmo,pra que tanto mal pra pouco bem
Oque interessa mesmo é só o que lhe convém.

Meus pensamentos vagam mudos
Cerveja ,cigarro e poesia nos muros…
”Se não fosse o amanhã, que dia agitado hoje seria”

Aqui meu mundo é meio parado,ainda há paredes no meu quarto
São muitas tragadas pra poucos cigarros.

Um poeta novo e uma só ciência
Como pode nascer no cerrado um poeta sem experiência?

Pensei tanto que a cerveja até ficou quente
Há pequeno marciano….os pensamentos vagam tanto pela mente!

Parei no livro, e alcoolizado eu suspiro
Tanta inspiração que corre por aquele rio,por não pretender ser um jovem rico.

Prefiro até morrer de fome
Como é bom de agosto pra dezembro me tornar um homem.

Tenho muita sede pela rima
O sol anda me chamando pra fazer parte dessa sina.

Como um singelo aproveitar dos dias
em pleno Sebo Café e poesia.

Garson traga a conta…
Que a inspiração é por minha conta.

Não perdi o meu caderno de vastas memórias

Porque até la são longas histórias.

Penso dentro de mim mesmo,pra que tanto mal pra pouco bem

Oque interessa mesmo é só o que lhe convém.

Meus pensamentos vagam mudos

Cerveja ,cigarro e poesia nos muros…

”Se não fosse o amanhã, que dia agitado hoje seria”

Aqui meu mundo é meio parado,ainda há paredes no meu quarto

São muitas tragadas pra poucos cigarros.

Um poeta novo e uma só ciência

Como pode nascer no cerrado um poeta sem experiência?

Pensei tanto que a cerveja até ficou quente

Há pequeno marciano….os pensamentos vagam tanto pela mente!

Parei no livro, e alcoolizado eu suspiro

Tanta inspiração que corre por aquele rio,por não pretender ser um jovem rico.

Prefiro até morrer de fome

Como é bom de agosto pra dezembro me tornar um homem.

Tenho muita sede pela rima

O sol anda me chamando pra fazer parte dessa sina.

Como um singelo aproveitar dos dias

em pleno Sebo Café e poesia.

Garson traga a conta…

Que a inspiração é por minha conta.

Eu imagino o mundoagosto pra dezembro é um segundo….

Eu imagino o mundo
agosto pra dezembro é um segundo….

Eu escrevo aqui oque acontece la…
no cerrado meu carro não tem rodas, meu avião não tem asas e meu barco não tem velas para velejar ,meus sonhos aqui parecem miragem que ao chegar perto some e te engole em um pesadelo.
Quero sinais abertos para eu poder atravessar naquele ritmo rápido ,quero um quarto sem paredes pra conseguir correr atrás dos meus sonhos sem deixar que eles fujam,quero metas maiores,eu quero a rua.
Esses tempos secos de arranhar a garganta estão para acabar.

Eu escrevo aqui oque acontece la…

no cerrado meu carro não tem rodas, meu avião não tem asas e meu barco não tem velas para velejar ,meus sonhos aqui parecem miragem que ao chegar perto some e te engole em um pesadelo.

Quero sinais abertos para eu poder atravessar naquele ritmo rápido ,quero um quarto sem paredes pra conseguir correr atrás dos meus sonhos sem deixar que eles fujam,quero metas maiores,eu quero a rua.

Esses tempos secos de arranhar a garganta estão para acabar.

O meu…numa parede de muitos
Ando escrevendo minha historia em caneta verde…pra dar sorte
pois oque não é sorte pra mim aqui é só a morte.

O meu…numa parede de muitos

Ando escrevendo minha historia em caneta verde…pra dar sorte

pois oque não é sorte pra mim aqui é só a morte.

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